How To Add CSS
When a browser reads a style sheet, it will format the HTML document according to
the information in the style sheet.
Three Ways to Insert CSS
There are three ways of inserting a style sheet:
External CSS
Internal CSS
Inline CSS
External CSS
With an
external style sheet, you can change the look of an entire website by changing
just one file!
Each HTML page must include a reference to the external style sheet file inside
the <link> element, inside the head section.
Example
External styles are defined within the <link> element, inside the <head> section of an HTML page:
<!DOCTYPE html><html><head><link rel="stylesheet" href="mystyle.css"></head><body><h1>This is a heading</h1>
<p>This is a paragraph.</p></body></html>
Try it Yourself »
An external style sheet can be written in any text editor, and must be saved with a .css extension.
The external .css file should not contain any HTML tags.
Here is how the "mystyle.css" file looks:
"mystyle.css"
body { background-color: lightblue;}h1 { color: navy; margin-left: 20px;}
Note: Do not add a space between the property value (20) and the unit
(px):
Incorrect (space): margin-left: 20 px;
Correct (no space): margin-left: 20px;
Internal CSS
An internal style sheet may be used if one single HTML page has a unique style.
The internal style is defined inside the <style> element, inside the head
section.
Example
Internal styles are defined within the <style> element, inside the <head> section of an HTML page:
<!DOCTYPE html><html><head><style>body {
background-color: linen;}h1 { color: maroon;
margin-left: 40px;} </style></head><body><h1>This is a
heading</h1><p>This is a paragraph.</p></body></html>
Try it Yourself »
Inline CSS
An inline style may be used to apply a unique style for a single element.
To use inline styles, add the style attribute to the relevant element. The
style attribute can contain any CSS property.
Example
Inline styles are defined within the "style" attribute of the relevant
element:
<!DOCTYPE html><html><body><h1 style="color:blue;text-align:center;">This
is a heading</h1><p style="color:red;">This is a paragraph.</p>
</body></html>
Try it Yourself »
Tip: An inline style loses many of the advantages of a style sheet (by mixing
content with presentation). Use this method sparingly.
Multiple Style Sheets
If some properties have been defined for the same selector (element) in different style sheets,
the value from the last read style sheet will be used.
Assume that an external style sheet has the following style for the <h1> element:
h1
{
color: navy;
}
Then, assume that an internal style sheet also has the following style for the <h1> element:
h1
{
color: orange;
}
Example
If the internal style is defined after the link to the external style sheet, the <h1> elements will be
"orange":
<head><link rel="stylesheet" type="text/css" href="mystyle.css">
<style>h1 { color: orange;}</style></head>
Try it Yourself »
Example
However, if the internal style is defined before the link to the external style sheet, the <h1> elements will be
"navy":
<head><style>h1 { color: orange;}</style><link rel="stylesheet" type="text/css" href="mystyle.css">
</head>
Try it Yourself »
Cascading Order
What style will be used when there is more than one style specified for an HTML element?
All the styles in a page will "cascade" into a new "virtual" style
sheet by the following rules, where number one has the highest priority:
Inline style (inside an HTML element)
External and internal style sheets (in the head section)
Browser default
So, an inline style has the highest priority, and will override external and
internal styles and browser defaults.
Try it Yourself »
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Test Yourself With Exercises
Exercise:
Add an external style sheet with the URL: "mystyle.css".
<head>
</head>
<body>
<h1>This is a heading</h1>
<p>This is a paragraph</p>
<p>This is a paragraph</p>
</body>
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Reference: https://www.w3schools.com/css/css_howto.asp
How To Add CSS
Re: <t>How To Add CSS</t>
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-
lavendercherida
- Posts: 0
- Joined: Fri Jun 05, 2026 11:58 am
Re: <t>How To Add CSS</t>
Foi numa terça-feira chata. Dessas que a chuva não para, o serviço travou duas vezes e eu já tinha trocado de série três vezes sem conseguir passar do quinto episódio. Moro sozinho, em Curitiba, e o silêncio depois das 22h mexe com a cabeça. Foi nesse vazio que eu pensei: “Vou testar uma coisa só por curiosidade.”
Eu nunca fui de jogar nada. Nem bingo de festa de igreja. Mas naquela noite, um amigo mandou um print no grupo do Zap mostrando um prêmio meio surreal. Ele não disse o valor exato, só mandou um emoji de olhos arregalados. Pedi o link. Ele riu, disse “cuidado” e colou o endereço. Era o domínio espelho Vavada — porque o principal tava em manutenção, segundo ele. Eu cliquei meio desconfiado, mexendo o pé debaixo da mesa.
A página carregou rápido. Cores escuras, um vermelho discreto nos detalhes. Nada daquelas luzes de fliperama que me dão enxaqueca. Criei uma conta em trinta segundos — só e-mail e apelido. Coloquei cinquenta reais via Pix. O limite era baixo de propósito. “Se perder, perdeu um almoço”, pensei. Mas no fundo, sabe aquela pontinha de vergonha? Pois é. Fiquei uns cinco minutos só olhando a tela, como se ela fosse explodir.
Comecei nos caça-níqueis mais bestas. Coisa de um real por giro. Perdi dez reais em três minutos. Normal. Aí respirei, fui na parte de jogos com mesa. Blackjack me dava nos nervos só de pensar. Roleta? Nunca entendi direito a graça. Até que achei um que parecia videogame antigo: frutas, sinos e um unicórnio prateado. Sim, um unicórnio. O RTP dizia 96,5%. Eu nem sabia direito o que era RTP, mas fingi que sim.
Ganhei doze reais no primeiro bônus. Soltei um “opa” sozinho no quarto. Aí me senti idiota. Mas sabe o que é mais idiota? É o tal do “quase”. Quase acertar o jackpot. Quase parar. Quase levantar e ir escovar os dentes. Só que eu não fui.
O jogo começou a me dar rodadas grátis seguidas. Parecia bug. O unicórnio disparava e os multiplicadores subiam. Em quinze minutos, os cinquenta reais viraram trezentos. Meu coração acelerou. Não pelo dinheiro — por acertar. Por ter entendido o ritmo. Porque nessa hora, você não tá mais apostando; você tá dançando com os números.
Foi quando lembrei que meu amigo falou da importância de ter mais de uma entrada. Ele perdeu um prêmio uma vez porque o link principal caiu. Então anotei num post-it amarelo grudado no monitor: domínio espelho Vavada. Escrevi com caneta bic, meio torto. “Se der pau, esse aqui tá no ar”, murmurei.
Peguei metade do saldo e mudei de jogo. Um mais sério, com pirâmides e escaravelhos. Estilo Indiana Jones. Apostas de cinco reais. Perdi três seguidas. Ok, faz parte. Na quarta, acionou uma função que eu nunca tinha visto: escolher três sarcófagos entre doze. Cada um tinha multiplicador. Escolhi o segundo, o sétimo e o último. O sistema abriu devagar, letreiro verde: 10x, 15x, 25x. Só aí vieram quarenta e oito reais.
A virada veio depois da 1h da manhã. Eu já tinha tomado dois chás gelados e minha pálpebra direita tremia. Saldo: setecentos e vinte reais. Minha meta era mil. Não por necessidade — meu salário cobre as contas — mas por teimosia. Queria ver se chegava. Diminui o valor da aposta pra dois reais. Aí o jogo mudou de personalidade. Passou a pagar pequeno, constante. Tipo torneira pingando. Chegou nos oitocentos. Depois oitocentos e cinquenta.
Faltava cento e cinquenta. A ansiedade me fez errar. Aumentei pra dez reais a aposta. Perdi cinco rodadas seguidas. O saldo despencou pra seiscentos. Respirei fundo. Fechei o jogo por dois minutos. Fui mijar, olhei no espelho e dei um tapa na minha própria cara. Sério. Não de dor, de atenção.
Voltei. Entrei no mesmo jogo do unicórnio, só que agora com aposta mínima: cinquenta centavos. E comecei a ganhar feito maluco. Era uma sequência de vinte rodadas com acertos pequenos. Nada espetacular. Mas cada vitória me dava fôlego. Até que veio o bônus principal: o unicórnio virou fogo. Multiplicador máximo. O jogo travou por um segundo — e descarregou setecentos reais de uma vez.
Meu queixo caiu. Olhei pro teto. Ri sozinho por uns trinta segundos. Saldo final: mil e duzentos reais. Saquei na hora. Caiu no Pix em menos de três minutos. Tirei print, mandei pro meu amigo com a legenda: “não é bug, é skill” — sabendo que era pura sorte.
Mas o melhor não foi o dinheiro. Foi a sensação de ter quebrado o tédio com algo real. Não tô falando de vício. Tô falando de uma noite em que o acaso me tratou como gente. De ter visto um padrão onde não existia padrão. De ter anotado num post-it amarelo domínio espelho Vavada como quem anota o número de um lugar seguro.
Hoje aquele dinheiro virou um jantar num japonês que eu nunca tinha coragem de ir, um presente pra minha mãe (um fone novo) e o resto guardado. O que ficou mesmo foi a história. E a certeza de que, às vezes, a sorte não é uma loucura. É só um alívio em dia de chuva.
Eu nunca fui de jogar nada. Nem bingo de festa de igreja. Mas naquela noite, um amigo mandou um print no grupo do Zap mostrando um prêmio meio surreal. Ele não disse o valor exato, só mandou um emoji de olhos arregalados. Pedi o link. Ele riu, disse “cuidado” e colou o endereço. Era o domínio espelho Vavada — porque o principal tava em manutenção, segundo ele. Eu cliquei meio desconfiado, mexendo o pé debaixo da mesa.
A página carregou rápido. Cores escuras, um vermelho discreto nos detalhes. Nada daquelas luzes de fliperama que me dão enxaqueca. Criei uma conta em trinta segundos — só e-mail e apelido. Coloquei cinquenta reais via Pix. O limite era baixo de propósito. “Se perder, perdeu um almoço”, pensei. Mas no fundo, sabe aquela pontinha de vergonha? Pois é. Fiquei uns cinco minutos só olhando a tela, como se ela fosse explodir.
Comecei nos caça-níqueis mais bestas. Coisa de um real por giro. Perdi dez reais em três minutos. Normal. Aí respirei, fui na parte de jogos com mesa. Blackjack me dava nos nervos só de pensar. Roleta? Nunca entendi direito a graça. Até que achei um que parecia videogame antigo: frutas, sinos e um unicórnio prateado. Sim, um unicórnio. O RTP dizia 96,5%. Eu nem sabia direito o que era RTP, mas fingi que sim.
Ganhei doze reais no primeiro bônus. Soltei um “opa” sozinho no quarto. Aí me senti idiota. Mas sabe o que é mais idiota? É o tal do “quase”. Quase acertar o jackpot. Quase parar. Quase levantar e ir escovar os dentes. Só que eu não fui.
O jogo começou a me dar rodadas grátis seguidas. Parecia bug. O unicórnio disparava e os multiplicadores subiam. Em quinze minutos, os cinquenta reais viraram trezentos. Meu coração acelerou. Não pelo dinheiro — por acertar. Por ter entendido o ritmo. Porque nessa hora, você não tá mais apostando; você tá dançando com os números.
Foi quando lembrei que meu amigo falou da importância de ter mais de uma entrada. Ele perdeu um prêmio uma vez porque o link principal caiu. Então anotei num post-it amarelo grudado no monitor: domínio espelho Vavada. Escrevi com caneta bic, meio torto. “Se der pau, esse aqui tá no ar”, murmurei.
Peguei metade do saldo e mudei de jogo. Um mais sério, com pirâmides e escaravelhos. Estilo Indiana Jones. Apostas de cinco reais. Perdi três seguidas. Ok, faz parte. Na quarta, acionou uma função que eu nunca tinha visto: escolher três sarcófagos entre doze. Cada um tinha multiplicador. Escolhi o segundo, o sétimo e o último. O sistema abriu devagar, letreiro verde: 10x, 15x, 25x. Só aí vieram quarenta e oito reais.
A virada veio depois da 1h da manhã. Eu já tinha tomado dois chás gelados e minha pálpebra direita tremia. Saldo: setecentos e vinte reais. Minha meta era mil. Não por necessidade — meu salário cobre as contas — mas por teimosia. Queria ver se chegava. Diminui o valor da aposta pra dois reais. Aí o jogo mudou de personalidade. Passou a pagar pequeno, constante. Tipo torneira pingando. Chegou nos oitocentos. Depois oitocentos e cinquenta.
Faltava cento e cinquenta. A ansiedade me fez errar. Aumentei pra dez reais a aposta. Perdi cinco rodadas seguidas. O saldo despencou pra seiscentos. Respirei fundo. Fechei o jogo por dois minutos. Fui mijar, olhei no espelho e dei um tapa na minha própria cara. Sério. Não de dor, de atenção.
Voltei. Entrei no mesmo jogo do unicórnio, só que agora com aposta mínima: cinquenta centavos. E comecei a ganhar feito maluco. Era uma sequência de vinte rodadas com acertos pequenos. Nada espetacular. Mas cada vitória me dava fôlego. Até que veio o bônus principal: o unicórnio virou fogo. Multiplicador máximo. O jogo travou por um segundo — e descarregou setecentos reais de uma vez.
Meu queixo caiu. Olhei pro teto. Ri sozinho por uns trinta segundos. Saldo final: mil e duzentos reais. Saquei na hora. Caiu no Pix em menos de três minutos. Tirei print, mandei pro meu amigo com a legenda: “não é bug, é skill” — sabendo que era pura sorte.
Mas o melhor não foi o dinheiro. Foi a sensação de ter quebrado o tédio com algo real. Não tô falando de vício. Tô falando de uma noite em que o acaso me tratou como gente. De ter visto um padrão onde não existia padrão. De ter anotado num post-it amarelo domínio espelho Vavada como quem anota o número de um lugar seguro.
Hoje aquele dinheiro virou um jantar num japonês que eu nunca tinha coragem de ir, um presente pra minha mãe (um fone novo) e o resto guardado. O que ficou mesmo foi a história. E a certeza de que, às vezes, a sorte não é uma loucura. É só um alívio em dia de chuva.